Dizem as más línguas que a expressão Cidadão de Bem surgiu com a Klu Klux Klan, na qual seus membros se consideravam "cidadãos de bem", cidadãos superiores aos demais. Posteriormente, foram os nazistas a usarem a expressão maldita. Então, seria errado, uma infâmia, usar tal expressão. Só nazistas, racistas e outros idiotas que se consideram superiores aos outros se consideram "cidadãos de bem". Pois é, a cruz gramada era um símbolo sagrado antes dos nazistas conspurcá-la. Tudo o que foi usado por essa turma, mesmo que usado anteriormente por outros povos, é maculado, ou assim é tratado. Assim é com a expressão Cidadão de Bem.
Será que a esquerda respeita certas "propriedades privadas" mesmos que essas tenham sido tiradas de alguém? O caso é ainda mais intrigante pois trata-se de uma simples expressão linguística, algo de domínio público, e não uma de propriedade intelectual. Sei que há algo na psicologia humana que explique isso, embora eu não saiba, mas tenho minhas palpitações. A esquerda divide a sociedade entre ricos e pobres. Como a criminalidade seria uma consequência da pobreza, os criminosos seriam nossos "irmãos" de base da pirâmide social, com a mesma dignidade de um gari que pega dois ônibus para trabalhar. Outra explicação seria a visão esquerdista baseada no "vitimismo", que justificaria uma "justiça", ou uma reparação, enquanto a "direita" ou os opressores vêem a sociedade sob a ótica da superioridade. Meio que explico isso aqui. Se considerar um Cidadão de Bem seria se considerar superior aos "irmãos" bandidos, e isso é intolerável.
O cidadão de bem de verdade, não aquele que assim se autodenomina, acaba sendo desencorajado a se considerar moralmente superior ao assaltante que o vitimou, pois esse seria vítima de um outro personagem: a sociedade. A sociedade, na visão peculiar dos "antifas", seria uma entidade coletiva formada por todos os conservadores ricos (ou pelo menos, aqueles que tem carro) da sociedade; os demais fariam parte de uma resistência que podemos chamar de "periferia". Resumindo: a opressora entidade chamada Sociedade vitimiza uma parcela da Periferia que acaba se transformando em "bandidos" e passam a vitimizar a outra parcela ainda incólume, como vítimas de algum experimento que transforma pessoas normais em criaturas raivosas, atacando seus "irmãos".
Ao comparar maldosamente os autodenominados Cidadãos de Bem com membros da Klu Klux Klan ou com nazistas, automaticamente estão comparando negros americanos e judeus a estupradores, homicidas e a assaltantes, essas "vitimas" da Sociedade. Não é de bom tom fazer essa equiparação.
Sim, eu me considero um Cidadão de Bem, até que provem o contrário ou venho a cometer algum crime. Me considero moralmente superior a bandidos, e te considero assim também, mesmo que insista em dizer que Cidadãos de Bem são apenas a direita ou os eleitores do Bolsonaro, o que não é verdade.
Será que a esquerda respeita certas "propriedades privadas" mesmos que essas tenham sido tiradas de alguém? O caso é ainda mais intrigante pois trata-se de uma simples expressão linguística, algo de domínio público, e não uma de propriedade intelectual. Sei que há algo na psicologia humana que explique isso, embora eu não saiba, mas tenho minhas palpitações. A esquerda divide a sociedade entre ricos e pobres. Como a criminalidade seria uma consequência da pobreza, os criminosos seriam nossos "irmãos" de base da pirâmide social, com a mesma dignidade de um gari que pega dois ônibus para trabalhar. Outra explicação seria a visão esquerdista baseada no "vitimismo", que justificaria uma "justiça", ou uma reparação, enquanto a "direita" ou os opressores vêem a sociedade sob a ótica da superioridade. Meio que explico isso aqui. Se considerar um Cidadão de Bem seria se considerar superior aos "irmãos" bandidos, e isso é intolerável.
O cidadão de bem de verdade, não aquele que assim se autodenomina, acaba sendo desencorajado a se considerar moralmente superior ao assaltante que o vitimou, pois esse seria vítima de um outro personagem: a sociedade. A sociedade, na visão peculiar dos "antifas", seria uma entidade coletiva formada por todos os conservadores ricos (ou pelo menos, aqueles que tem carro) da sociedade; os demais fariam parte de uma resistência que podemos chamar de "periferia". Resumindo: a opressora entidade chamada Sociedade vitimiza uma parcela da Periferia que acaba se transformando em "bandidos" e passam a vitimizar a outra parcela ainda incólume, como vítimas de algum experimento que transforma pessoas normais em criaturas raivosas, atacando seus "irmãos".
Ao comparar maldosamente os autodenominados Cidadãos de Bem com membros da Klu Klux Klan ou com nazistas, automaticamente estão comparando negros americanos e judeus a estupradores, homicidas e a assaltantes, essas "vitimas" da Sociedade. Não é de bom tom fazer essa equiparação.
Sim, eu me considero um Cidadão de Bem, até que provem o contrário ou venho a cometer algum crime. Me considero moralmente superior a bandidos, e te considero assim também, mesmo que insista em dizer que Cidadãos de Bem são apenas a direita ou os eleitores do Bolsonaro, o que não é verdade.
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