Todo mundo chocado e perplexo com a última edição da chamada Marcha das Vadias ocorrida no Rio de Janeiro. Bem, nem todo mundo: as vadias que não participaram da extrema profanação formaram um cordão de isolamento sobre os artistas e assistiram tudo com indiferença, na melhor das hipóteses. Portanto, não poderão alegar desconhecimento ou que se tratava de uma minoria radical. Omissão é cumplicidade!!!
Antes de continuar nesse assunto específico, vou falar um pouco sobre essa Marcha, que começou no Canadá quando a Luiza ainda se encontrava por lá. O objetivo era protestar contra a justiça local que culpou a vítima de estupro pelo mesmo, porque estaria vestida de forma "provocante". De lá pra cá - e olha que foram apenas alguns anos - a Marcha das Vadias divergiu do seu objetivo principal. Ao invés de lutarem contra o machismo, lutam pelo direito à fornicação sem estigmas, sem anti-concepcionais e sem preservativos. Se algo der errado, basta tão somente recorrer ao aborto. E a violência doméstica? E a equiparação salarial? E o assédio sexual? Observando as imagens no Google, não encontrei nenhum cartaz com essas pautas obviamente insignificantes, até porque não devem estar namorando (logicamente não são casadas), nem mesmo trabalhando!!!
Voltemos ao Rio. Ao rever as cenas e fotos da profanação, me veio a mente algo duplamente estarrecedor - sim, quanto mais você analisa isso, mais motivos terá para ficar estarrecido. O primeiro motivo para tanto é referente a minha pessoa: "como que eu não vi isso antes?!". E o segundo motivo é justamente isso o que eu não vi antes: um dos alvos da fúria anti-cristã é, ironica e perversamente, uma imagem FEMININA, no caso, a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Quebraram e pulverizariam, se pudessem. Mas porque uma imagem feminina? O que isso tem a ver com a culpa que impõem às vítimas de estupros? Será porque a mulher que a imagem representa aceitou ser mãe? Por que era submissa? Era machista? Por que, por que, por quê? Será esse o destino que as beldades reservam às mulheres que insistirem nesse modelo patriarcal???
Infelizmente, aconteceu o que achei que ia acontecer: um movimento justo acaba se tornando um carnaval grotesco. Suspeitei desde o princípio porque há um antecendente famoso, o movimento LGBT. Daqui para a frente, teremos muitas e muitas marchas com sérias chances de escapar ainda mais do objetivo principal!!!
Antes de continuar nesse assunto específico, vou falar um pouco sobre essa Marcha, que começou no Canadá quando a Luiza ainda se encontrava por lá. O objetivo era protestar contra a justiça local que culpou a vítima de estupro pelo mesmo, porque estaria vestida de forma "provocante". De lá pra cá - e olha que foram apenas alguns anos - a Marcha das Vadias divergiu do seu objetivo principal. Ao invés de lutarem contra o machismo, lutam pelo direito à fornicação sem estigmas, sem anti-concepcionais e sem preservativos. Se algo der errado, basta tão somente recorrer ao aborto. E a violência doméstica? E a equiparação salarial? E o assédio sexual? Observando as imagens no Google, não encontrei nenhum cartaz com essas pautas obviamente insignificantes, até porque não devem estar namorando (logicamente não são casadas), nem mesmo trabalhando!!!
Voltemos ao Rio. Ao rever as cenas e fotos da profanação, me veio a mente algo duplamente estarrecedor - sim, quanto mais você analisa isso, mais motivos terá para ficar estarrecido. O primeiro motivo para tanto é referente a minha pessoa: "como que eu não vi isso antes?!". E o segundo motivo é justamente isso o que eu não vi antes: um dos alvos da fúria anti-cristã é, ironica e perversamente, uma imagem FEMININA, no caso, a imagem de Nossa Senhora Aparecida. Quebraram e pulverizariam, se pudessem. Mas porque uma imagem feminina? O que isso tem a ver com a culpa que impõem às vítimas de estupros? Será porque a mulher que a imagem representa aceitou ser mãe? Por que era submissa? Era machista? Por que, por que, por quê? Será esse o destino que as beldades reservam às mulheres que insistirem nesse modelo patriarcal???
Infelizmente, aconteceu o que achei que ia acontecer: um movimento justo acaba se tornando um carnaval grotesco. Suspeitei desde o princípio porque há um antecendente famoso, o movimento LGBT. Daqui para a frente, teremos muitas e muitas marchas com sérias chances de escapar ainda mais do objetivo principal!!!
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